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Ramonn “Ser palmeirense não é uma coisa que se explica, é algo que se vive”

No quadro Time do Coração de hoje traz a história do amigo advogado e professor Universitário Ramonn Domingues torcedor do Palmeiras que vem passando por varias gerações, desde o avô a paixão pelo verdão contagiou a família. E Ramonn chega para contar sobre alegrias, conquistas do time alviverde.
E o amor pelo Palmeiras vem de berço. “Comecei a torcer pelo Palmeiras por influência do meu pai Sergio e do meu avô paterno João, como nasci em 84, comecei a entender o que era futebol nos anos 93-94 naquela época da Parmalat, tinha vários amigos na escola que também eram palmeirenses daí para frente o Palmeiras passou a fazer parte da minha vida até hoje”.


O goleiro Marcão, eterno ídolo do verdão também é de Ramonn. ‘Acho que até hoje meu grande ídolo no Palmeiras é o Marcão, o cara passou por tudo dentro do clube, parte boa parte ruim, quando o Palmeiras caiu para a segunda divisão ele teve uma proposta do Liverpool ou do Arsenal e preferiu ficar para jogar a série b no Palmeiras, e não só ajudou o time a voltar para elite como foi Campeão do Mundo com a seleção em 2002, tem o Evair, o Edmundo, o Alex, mas não tem como um cara ser mais ídolo do que o Marcão”.


Na oportunidade Ramonn lembra de gols inesquecíveis do Palmeiras que não saem da memória. Recentemente não tem como esquecer da reação nos 4 x 3 contra o Botafogo, mas o que eu mais comemorei na minha memória foi o gol do Deyverson contra o Flamengo na final da Libertadores em 2021”.
Ramonn cita maior alegria e decepção com o clube do coração. “A maior alegria eu nem sei dizer, foram tantas, tive sorte de pegar a fase boa do Palmeiras logo que comecei a torcer, aquele time de 96 dos 100 gols no paulista, vi a Libertadores de 99 de 2021 de 2022, então momentos de maior alegria são muitos, agora o de maior decepção sem dúvidas foram as duas quedas para a segunda divisão’.


Durante a resenha Ramonn faz uma avaliação dos últimos anos do Palmeiras. “Eu acho que o Palmeiras nos últimos anos é o retrato da boa gestão e o que está acontecendo agora é fruto disso, quem sofreu o que o palmeirense sofreu entre 2002 até 2014 sabe que o que está acontecendo hoje é de dar um orgulho danado. Tudo isso na minha análise é graças ao que o presidente Beluzzo iniciou com a aprovação da reforma do Parque Antártica, depois a organizada que o Paulo Nobre deu na casa, saneando as contas, tirando a base dos empresários, inaugurando o Allianz Parque, aquele estádio é uma joia, uma máquina de fazer dinheiro, depois a continuidade que os presidentes que vieram depois deram para o clube, e o pulso firme da Leila, a minha avaliação é a melhor possível”.
O técnico Abel Ferreira é lembrado com muito carinho e gratidão. “ Com ele a gente ganhou muito. Ele é o melhor, não tem jeito, e olha que eu vi o Luxemburgo e o Felipão lá, mas o Abel é fora de série, o título inesquecível é a Libertadores de 2021”.


O nosso convidado falou da importância da resenha com os torcedores rivais. “Não me incomodo muito com torcedores rivais, eu gosto da resenha, eles pegam no pé do Mundial, mas isso é o que faz do futebol um negócio que cativa todo mundo, eu sou do futebol raiz e da zoeira”.


E por falar em rival, Ramonn cita um jogo que deixou ele bravo e outro feliz enfrentando o Corinthians. “Duas finais de paulistas, o que deixou feliz foi o título de 2020 com o último pênalti batido pelo Patrick de Paula, e o que deixou bravo foi aquela final de 2018 do pênalti anulado sobre o Dudu quando ainda nem existia VAR que o juiz deu depois voltou atrás… aquele doeu porque eu estava no estádio e roubaram na cara larga mesmo foi feio de ver”.


Ramonn lembra da primeira e ultima vez que acompanhou o verdão no Allianz Parque. A primeira foi num Palmeiras x Flamengo 2ª 0 em 2017 com dois gols do Deyveson. E a última vez no estadio? A última vez foi no Palmeiras x Fortaleza 4 a 1 no mês passado para o Palmeiras um passeio”. Ele lembra de situações em acompanhar o time do coração. “Eu prefiro assistir sozinho, fico muito nervoso em dia de jogo. São tantas situações, de estádio, de jogo em casa, com os amigos, enfim, eu não me lembro de nenhuma história marcante agora, mas foram sempre muitas emoções proporcionadas pelo Palmeiras na minha vida, algumas ruins mas a maioria absoluta foram as melhores possíveis. Acho que nunca fiz nenhuma loucura, talvez pagar R$ 550,00 num camisa (risos).
No final da resenha Ramonn fala o que é ser Palmeirense. ‘ Aqui eu vou citar a célebre frase o Joelmir Betting, “Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense, é simplesmente impossível” e para complementar já como um pensamento meu, “ser palmeirense não é uma coisa que se explica, é algo que se vive”.

Ramonn Montou a Seleção dos melhores que viu jogar no Palmeiras
01 Marcos
02 Roberto Carlos
03 Roque Junior
04 Gustavo Gomes
05 Felipe Melo
06 Cafú
07 Edmundo
08 César Sampaio
09 Evair
10 Alex
11 Zé Roberto
Técnico: Abel Ferreira

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