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Alex Luiz “Ser santista é acreditar mesmo quando ninguém acredita. É carregar orgulho, história e esperança em preto e branco. Um amor verdadeiro”.

Hoje, o quadro Time do Coração apresenta a história de mais um torcedor apaixonado pelo Santos Futebol Clube. Alex Luiz chega para compartilhar a emoção de torcer pelo Alvinegro Praiano, relembrando conquistas, decepções e alegrias vividas com o Peixão da Vila Belmiro. É mais uma resenha especial trazida pelo nosso site.


O amor pelo Santos foi passado de pai para filho, com o apoio dos tios. “Começou ainda na infância, com o incentivo do meu pai e dos meus tios, aquela famosa pressão positiva. Quem mais incentivou foi meu pai, que Deus o tenha. A consolidação veio em 2002, naquela inesquecível e histórica pedalada do Robinho sobre o lateral corintiano Rogério, na final do Campeonato Brasileiro de 2002, no Estádio do Morumbi, com cerca de 75 mil torcedores. O Santos foi campeão naquela oportunidade. Eu tinha nove anos.”


Alex também fala sobre seus ídolos no Peixe. “Acredito que, por marcarem a minha geração, Robinho, Diego e Neymar são os grandes nomes. Eles trouxeram títulos importantes ao Santos. Mas, particularmente, considero o Neymar um fenômeno, pela qualidade técnica, habilidade, estrela e talento. Jogadores como ele nascem a cada 100 anos.”
O gol de Neymar na final da Libertadores de 2011 é apontado como o mais inesquecível.“Foi uma explosão de alegria, algo sensacional!”Ao lembrar dos momentos felizes e tristes como torcedor, Alex destaca: “As maiores alegrias foram os títulos do Brasileiro de 2002, da Copa do Brasil de 2010 e da Libertadores de 2011. Todos esses títulos ou não tínhamos ou fazia décadas que não conquistávamos, ou seja, foram títulos e libertação ao mesmo tempo (risos). A maior decepção, indiscutivelmente, foi o rebaixamento para a Série B. Não gosto nem de lembrar, chorei demais. A derrota na final da Libertadores de 2019 também foi muito doloroso também, uma verdadeira depressão.”


O título da Libertadores de 2011 permanece vivo na memória do torcedor.“Foi extraordinário: muita alegria, gritos, pulos e fogos. Depois, fomos para a área central fazer a carreata do campeão. Havia entre quatro e cinco mil santistas.” Alex avalia o momento recente do Santos. “Desde 2019, não vivemos um bom momento. Temos passado por reconstruções sucessivas, marcadas por gestões ruins e amadoras. Ainda assim, estou confiante para 2026. Acredito que será um ano de alegrias e títulos.”


Entre os rivais, os palmeirenses são os que mais o incomodam.“Tenho amigos corintianos, palmeirenses e são-paulinos. Atualmente, o ambiente está mais tranquilo e pacífico, mas os palmeirenses lideram esse ranking. Peguei um certo ranço do Palmeiras. Deixamos de rebaixá-los para, anos depois, eles conquistarem uma Copa do Brasil, uma Libertadores, além de outras derrotas sofridas que nem gosto de lembrar.”


Alex ainda não teve a oportunidade de assistir a uma partida do Santos na Vila Belmiro, mas revela que pretende realizar esse sonho ainda este ano. Falando sobre 2026, ele projeta a temporada do Peixe:“Ser campeão paulista e da Sul-Americana, chegar à semifinal da Copa do Brasil e terminar o Campeonato Brasileiro em quarto lugar.”

Ao final da resenha, Alex resume o que é ser santista:“É acreditar mesmo quando ninguém acredita. É carregar orgulho, história e esperança em preto e branco. Um amor verdadeiro.”

Seleção dos melhores jogadores que Alex viu atuar pelo Santos

Neymar

Robinho

Ganso

Geovanni

Elano

Edu Dracena

Fábio Costa

Léo (lateral)

Molina

Ricardo Oliveira

Basílio

Técnicos: Muricy Ramalho e Dorival Júnior

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