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Braçadas de superação: equipe do Projeto S de natação paralímpica leva orgulho e inspiração ao Parajaps

A delegação do Projeto S de Natação Paralímpica já está pronta para mais um grande desafio. Com sonhos na bagagem e muita determinação, a equipe embarca rumo a Foz do Iguaçu para disputar a etapa final dos Jogos Paradesportivos do Paraná (Parajaps), carregando consigo não apenas a vontade de vencer, mas o propósito de inspirar.

Sob o comando do técnico Marcelo Alfredo, os atletas chegam motivados para representar Campo Mourão da melhor forma possível. Mais do que resultados, o grupo busca superar limites pessoais e mostrar, dentro e fora das piscinas, a força do esporte como ferramenta de transformação social.

Cada treino, cada esforço e cada conquista ao longo da preparação refletem uma caminhada marcada por dedicação e coragem. Para esses atletas, o Parajaps vai além da competição: é um palco onde histórias de superação ganham voz e onde barreiras são quebradas a cada prova disputada.

Coordenada por Luciane Luz, a delegação de Campo Mourão reúne atletas de diferentes modalidades, como futsal, bocha paralímpica e natação. Todos compartilham o mesmo sentimento: o orgulho de vestir as cores do município e representar uma comunidade que acredita no esporte inclusivo.

A etapa final do Parajaps reúne cerca de 1,1 mil participantes, entre atletas e dirigentes, de 37 municípios paranaenses, consolidando-se como o maior evento paradesportivo do estado. A competição contempla atletas com deficiências físicas, intelectuais e visuais, promovendo inclusão, respeito e igualdade por meio do esporte.

Nesta fase decisiva, entram em disputa modalidades como bocha paralímpica, canoagem, dragon boat, futsal e natação. Ao longo das três etapas realizadas desde março, o evento já mobilizou cerca de 4 mil participantes, reforçando sua importância no cenário esportivo paranaense.

Para a equipe do Projeto S, cada braçada representa mais do que a busca por medalhas. Representa histórias de vida, superação diária e a certeza de que não existem limites para quem acredita. Em Foz do Iguaçu, eles não competem apenas por resultados — competem por inspiração, respeito e pelo poder transformador do esporte.

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