Psicólogo, repórter e apaixonado por futebol, Rafael Silvestrin carrega no peito um sentimento que ultrapassa o profissional e invade o pessoal: o amor pelo Sociedade Esportiva Palmeiras. Uma paixão que começou de forma despretensiosa, nas quadras de futsal, e hoje é parte essencial de sua identidade. O amigo Rafael Silvestrin é o nosso convidado do quadro Time do Coração do Resenha CM.
A história com o Verdão teve início no ano 2000, quando Rafael começou a jogar futsal no Caic. Em um torneio entre equipes com nomes de clubes brasileiros, ele acabou defendendo o Palmeiras ,mesmo sem conhecer muito sobre o time naquela época. “Ganhamos o campeonato, e ali começou tudo. Depois disso me tornei palmeirense”, relembra. A influência dos amigos da equipe, que já eram torcedores do clube, foi determinante para que aquela identificação momentânea se transformasse em paixão definitiva.
Se existe um nome que simboliza sua admiração pelo Palmeiras nos dias atuais, é o do técnico Abel Ferreira. Para Rafael, ele é mais que treinador é inspiração. “Pela inteligência. Para mim, é o melhor técnico”, afirma com convicção. Não por acaso, Abel também figura como seu maior ídolo na história do clube.
Entre tantas lembranças, um gol está eternizado na memória: o de Alex contra o São Paulo Futebol Clube, em 2002. “Gol de placa”, resume.

Em termos de conquistas, Rafael aponta a Libertadores de 2021 como a celebração mais marcante. Mas o título inesquecível, aquele que simboliza grandeza histórica, é o Mundial de 1951, reconhecido oficialmente pela FIFA. “Muitos questionam, mas se a FIFA considera, quem sou eu para dizer ao contrário?”, pontua.
A maior alegria recente foi a ida ao Mundial de Clubes da FIFA em 2025. Já a maior decepção foi ver o clube cair para a Série B um momento difícil que, segundo ele, também fortaleceu o sentimento. Sobre os últimos anos, a avaliação é direta: “O melhor time do Brasil”.
Verde na alma: Rafael Silvestrin e o amor que nasceu no futsal e virou paixão eterna pelo Palmeiras
Entre os rivais, os que mais incomodam são os torcedores do Sport Club Corinthians Paulista.“São um bando de loucos”, diz, em tom de rivalidade tradicional. Um clássico que o deixou bravo foi a final do Paulista de 2025. Já a maior alegria contra o rival foi a goleada por 4 a 0 no Brasileirão de 2021. E se tem um adversário para quem o Palmeiras não pode perder? A resposta vem sem hesitar: Clube de Regatas do Flamengo.

Curiosamente, Rafael nunca foi ao estádio para ver o Palmeiras jogar. Ele prefere assistir às partidas sozinho, vivendo intensamente cada lance, cada emoção. Nunca fez “loucuras” pelo clube, mas guarda uma história simbólica: o primeiro time que defendeu como atleta de futsal carregava o nome Palmeiras marco do início de sua trajetória no esporte e na torcida.
Para ele, ser palmeirense é simples e profundo ao mesmo tempo:“É saber o que é vencer.” O otimismo acompanha a paixão. Para 2026, Rafael projeta um Palmeiras campeão paulista, brasileiro, da Libertadores e do Mundial. Confiança de quem acredita no trabalho, na história e na camisa.
A seleção ideal de Rafael Silvestrin
Entre tantos craques que vestiram a camisa alviverde, Rafael montou sua equipe dos sonhos com os melhores que viu jogar:
• Goleiro: Marcos
• Lateral-direito: Cafu
• Zagueiros: Gustavo Gómez e Cléber
• Lateral-esquerdo: Roberto Carlos
• Volante: César Sampaio
• Meias: Andreas Pereira e Alex
• Atacantes: Edmundo e Evair
• Técnico: Abel Ferreira












