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Prefeito de Ubiratã Fabio Dalécio revela amor pelo Palmeiras

O verde corre nas veias do prefeito e Ubiratã Fabio Dalécio e não é força de expressão. A paixão pelo Palmeiras nasceu cedo, dentro de casa, misturando tradição familiar, disputas saudáveis e muita história. Descendente de italianos, ele conta que a influência veio do avô, nascido na Itália, que ajudou a formar uma família em que parte já carregava o coração alviverde. Mais um quadro Time do Coração que chega para contar a historia de Fabio pelo verdão.


“Meu pai era corintiano, por influência da minha avó, então eu tive que optar”, relembra, aos risos. A escolha, no entanto, não foi fácil: dentro de casa, ele acabou sendo voto vencido. “Só eu sou palmeirense. Meus irmãos, minha mãe e meu pai são todos corintianos.” Ainda assim, a convivência sempre foi tranquila, marcada pelo respeito e pela harmonia — até nos dias de clássico.
Quando o assunto é ídolo, o prefeito não hesita em destacar nomes que marcaram época e ajudaram a consolidar a força da torcida alviverde em todo o país. “Tem ídolos de diferentes tempos, de muita luta, de muita história. E hoje, com certeza, a presidente Leila, pela boa gestão, mantém o Palmeiras sempre em evidência”, destaca, sem entrar em comparações com outros clubes.


Entre os momentos mais marcantes como torcedor, a maior alegria veio em 2015, ano especial dentro e fora de campo. “Foi quando o Palmeiras ganhou a Copa do Brasil e também quando nasceu meu filho mais novo. Comemorei o título com ele no colo — e ele é o único palmeirense da família”, conta, orgulhoso.
Já a maior decepção aconteceu justamente em um momento simbólico: a primeira e única vez em que esteve no Allianz Parque. No ano passado, levou o filho para assistir Palmeiras x Red Bull, mas o empate frustrou a expectativa. “Para nós, não é o resultado mais importante”, avalia.


Sobre o desempenho recente do clube, a análise é ponderada. “O ano passado foi muito bom. Não dou nota 10 porque não foi campeão, mas um 9 pela competitividade. Esse ano ainda precisa provar algumas coisas.”
Quando o tema é o Mundial de 1951, o prefeito fala com convicção. “Eu carrego esse título como nosso mundial. Tem gente que brinca, faz parte do futebol. Assim como existem provocações contra outros times, o Palmeiras carrega esse peso por ser um título não reconhecido por todos. Mas pra mim, tem mundial, com certeza.”


Apesar da rivalidade histórica entre Palmeiras e Corinthians, ele garante que nenhum clássico trouxe grandes tristezas ou euforias exageradas. “Por conta da convivência em casa, sempre foi tudo muito equilibrado. A gente comemora sem exagero e também não torce com ódio pela derrota do outro.”


Hoje, os jogos não são mais assistidos sozinho. A companhia é especial: o filho pequeno, palmeirense como o pai. “É mais tranquilo, mais familiar”, diz. Para ele, ser palmeirense vai além do futebol. “Tem um aspecto histórico, familiar. É um time ligado às nossas raízes italianas, ao sangue, à origem. É um sentimento muito bacana.”


Entre provocações saudáveis, lembranças afetivas e paixão herdada de geração em geração, o prefeito mostra que, quando o assunto é Palmeiras, o amor é antigo — e segue firme, dentro e fora de casa.

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