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Fran Óliver, “Amor pelo rádio e também pelo Corinthians”

Uma das mais belas e conhecida voz da Rádio deixa um pouquinho o amor pelo rádio de lado para falar sobre o amor por futebol em especial do Corinthians. A radialista Fran Óliver é a nossa convidada de hoje do nosso Resenha com as Minas e fala que além da paixão pela rádio o Timão do Parque São Jorge também tem lugar cativo no seu coração em mais uma resenha especial do nosso quadro.


Fran começou acompanhar o futebol em reuniões familiares. “O futebol entrou na minha vida com um incentivo que veio de casa, naquela tradição de ouvir pelo radinho e ver na TV também. Momentos de reuniões da família para comer, comemorar e se divertir. Boas recordações, hein”.
E o encanto pelo Corinthians aconteceu por meio da raça do time e amor da fiel torcida. “O que me motivou a ser Corinthiana, foi a raça. Eu via o timão em campo e a torcida nas arquibancadas nunca parando de cantar, mesmo perdendo. Me identifiquei com essa garra”.


O gigante Cassio é o grande ídolo de Fran. “O que esse homem fez de milagre sob as traves é o que a gente chama de “sucesso absoluto de audiência”. A nossa convidada lembra também de um jogo inesquecível e também de gol memorável que não sai da cabeça. “A semifinal do Mundial de 2012 contra o Al Ahly (ou a final contra o Chelsea). E o gol foi do Emerson Sheik contra o Boca Juniors na Libertadores. Gritei valendo hein! A Libertadores de 2012. Memorável”.
Durante a resenha lembra do maior rival e um clássico que deixou ela feliz e outro muito brava. “O Palmeiras, claro. É aquela ‘rádio concorrente’ que a gente respeita, mas quer ver longe do topo. Que deixou brava a perda da final do Paulista de 2020 nos pênaltis. E a que deixou feliz foi o 1 a 0 com gol de Jô em 2017, quando ninguém acreditava”.


Fran faz uma avaliação do Corinthians nos últimos anos e uma perspectiva para 2026. “O Corinthians tem oscilado muito. Minha maior alegria recente foi ver a Neo Química Arena pulsando, e a decepção é ver a gestão administrativa fora de sintonia com a grandeza da torcida. Frustrante. Espero que em 2026 o Corinthians esteja comprometido a brigar mesmo por títulos e com um elenco que entenda o que é vestir essa camisa”.


A nossa convidada ainda não foi acompanhar o Timão no estádio. “A primeira vez deve ser um choque térmico de emoção; nunca fui, mas em breve, creio que terei esse prazer. Assisto com a galera, mas na maioria das vezes é em casa, com a família”.
No final da resenha Fran fala o que é ser corinthiana. “É viver de emoção constantemente. É saber que o jogo só acaba quando o juiz apita. Aguenta coração”.

Seleção de Ouro da Fran Óliver (Os melhores que vi jogar):
Cássio (O Gigante)
Fagner (O dono da lateral)
Chicão (Segurança e batedor de falta)
Gil (O zagueiro de respeito)
Rincón (O capitão clássico)
Kléber (Muita técnica na esquerda)
Marcelinho Carioca (O Pé de Anjo – não pode faltar na rádio!)
Paulinho (O elemento surpresa)
Ronaldo Fenômeno (A maior estrela que já brilhou aqui)
Ricardinho (O maestro do meio-campo)
Emerson Sheik (O cara dos jogos decisivos)
Técnico: Tite. (O mestre da oratória e do equilíbrio).

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