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Bruno Danielli, “Ser Flamenguista é carregar o amor no peito, a garra na alma e a certeza de que, aconteça o que acontecer, o Flamengo nunca caminha sozinho”

O quadro Time do Coração chega para contar mais uma história de um apaixonado rubro negro carioca, o empresário Bruno Danielli conta um pouco a partir das próximas linhas o amor que tem pelo Flamengo. De família corinthiana ele vai contar como surgiu o amor pelo Mengão, conquistas, títulos e muito mais em mais uma resenha especial que nosso site traz para todos os amantes de futebol.


E tudo começou nas décadas de 80 e 90 com o Flamengo conquistando títulos contrariando pai, irmãos e família corinthiana. “Nasci em 1982, e nessa década o Flamengo tinha um time muito bom, sempre que ligava a tv, via o Flamengo jogar e a paixão começou desde então. Por incrível que pareça, não houve influência externa, minha família é toda corintiana, e eu fui me apaixonando em ver o Flamengo jogar, para a tristeza deles (risos).


Jorge Jesus é a grande inspiração e De Arrascaeta é o grande ídolo. “ Joga o fino da bola”. E por falar dessas feras ele lembra ainda de outro craque que deixou o gol inesquecivel marcado no coração dos flamenguistas e também de Bruno. “Sem dúvidas, o gol do Gabriel Barbosa na final da libertadores de 2019. Foi algo surreal, devido às circunstâncias do jogo e também pelo fato do Flamengo estar há tanto tempo sem conquistar a América.


Na oportunidade Bruno fala da maior alegria e decepção com o time do coração. “ Maior alegria foi o ano mágico de 2019, onde ganhamos quase tudo, jogando um futebol fantástico. título da libertadores, estava em Fortaleza de férias, assisti no quarto do hotel e depois fui para o bar comemorar. Maior decepção foi a eliminação para o América de México em 2008”.
Bruno fala sobre os torcedores rivais e de quem o Flamengo não pode perder de jeito nenhum. “Tenho amigos que torcem para todos os times rivais possíveis, as brincadeiras e piadas fazem parte. Mas os palmeirenses estão muito chatos ultimamente (risos). Hoje o maior rival é o Palmeiras. A libertadores de 2021 estava engasgada, mas conseguimos dar o troco em 2025. Ninguém morre nos devendo. Essa frase ficou famosa (risos).


Durante a resenha Bruno lembra da primeira e ultima vez que acompanhou o time no estádio. “A primeira na Final da copa do Brasil de 2013 onde o Flamengo foi campeão em cima do Athetico. E a última foi na final da copa do Brasil 2022, onde o Flamengo ganhou do Corinthians nos pênaltis. Uma passagem no estádio que ficou com marcada para o Bruno foi com o pai, o saudoso e importante cartorário de Campo Mourão Valdemar Danieli. “ Ter ido com meu falecido pai ao Maracanã, embora corintiano ele se apaixonou pelo estádio e pela torcida. Foi um momento inesquecível e ficará para sempre na minha memória”.


Bruno elege o melhor jogador e o pior que já viu vestindo a camisa do Flamengo. “Não tive a oportunidade de ver o Zico jogar, mas vi grandes nomes como Romário, Adriano, entre outros. Mas o Arrascaeta é o melhor que eu já vi. O pior foi o Wellington, zagueiro”.


O nosso convidado faz uma análise do Flamengo nos últimos anos. “Muito orgulhoso, o clube conseguiu se reestruturar, primeiro pagou as dívidas, se organizou financeiramente e hoje colhe os frutos desse trabalho que foi muito bem realizado, começando pela administração do presidente Eduardo Bandeira de Mello (2013-2018)”.
No final da resenha Bruno fala o que é ser flamenguista. “é carregar o amor no peito, a garra na alma e a certeza de que, aconteça o que acontecer, o Flamengo nunca caminha sozinho”.

Bruno montou a Seleção dos melhores que viu jogar no Flamengo
01 Júlio César
02 Léo Moura
03 Rodrigo Caio
04 Juan
05 Gerson
06 Felipe Luis
07 Petkovic
08 Sávio
09 Gabriel
10 Arrascaeta
11 Romário
Tecnico: Jorge Jesus

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