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Leandro Esquerda, canhota de ouro do futsal mourãoense “O futsal me deu títulos mas o mais importante alegria e amizade”

Nosso quadro Craque da Bola de hoje tem o privilégio de trazer a trajetória de Leandro Esquerda, um craque da bola que marcou época por uma canhotinha habilidosa e com chutes certeiros balançando a rede adversária que contagiaram a torcida mourãoense e equipes que atuou no futsal paranaense. Mais uma resenha pra lá de especial que o Resenha CM traz para os amantes do esporte e do futsal.


Como toda criança Esquerda iniciou criança. “Eu iniciei a minha carreira no infantil e no juvenil do futsal de Campo Morão. Depois eu fui para o campo, tentei jogar futebol de campo, daí fiquei um ano no Juvenil do Palmeiras, não deu certo, voltei pro futsal”. Esquerda fala do início e sobre dificuldades e desafios. “ As primeiras competições, como adulto, foi jogando para o Campo Morão. E as dificuldades foi quando eu tive que sair do campo para voltar para o salão, queira não queira, demora um pouquinho pra adaptar de novo.


Na oportunidade Esquerda fala dos maiores incentivadores e treinadores. “O maior incentivador foi o meu pai, que sempre lutou por mim, tentar jogar futebol. Eu tive também bons treinadores também. “O Itamar foi um grande treinador, nos abraçou. Foi um cara que ajudou a gente demais. E além de tudo, ele sempre ajudava a gente, nos momentos bons, nos momentos difíceis, sempre dava uma força pra gente”.


O craque da bola de hoje fala das equipes que atuou e os títulos que conquistou. “Eu joguei por Campo Morão, em Paranavaí no São Lucas, joguei no Umuarama, Foz Iguaçu, Cianorte, interior de São Paulo. E os títulos inesquecíveis foram em 2003 pelo Umuarama, ginásio lotado com seis mil pessoas, mas teve outros títulos também bons, por Campo Morão em 2006 na Copa Sul e Jogos Abertos, por Foz Iguaçu e outros aí que a gente conseguiu”.
Esquerda fala sobre o jogo inesquecível. “Foi aqui no Lar Paraná, o começo de tudo, um menino com 17 anos, tive a oportunidade de entrar no jogo e faltando 20 segundos, com 17 segundos, fiz um gol contra o Londrina, que o ginásio estava lotado, Londrina era time de liga. E o gol também foi esse gol que ali incendiou, comecei a ter mais chances de jogar”.


Durante a resenha Esquerda lembra dos amigos que fez no futsal durante a carreira e os adversários mais difíceis de enfrentar. “Eu tive vários no futsal, mas o que eu convivi bastante foi com o Lambari. A gente chegou a morar junto, da mesma cidade, tive também o Marcinho, Marcelo, jogamos e moramos juntos no interior de São Paulo. Adversários mais difíceis foram muitos, aqui no Paraná era Cascavel, São Miguel, Foz do Iguaçu. Pato branco e jogadores habilidosos era o Pahel, que era diferenciado, esse Dyego também que é Seleção Brasileira e fera demais, jogando Barcelona hoje”.


Esquerda fala do futsal de hoje. “Campo Mourão está bem no cenário entre os top do Brasil, vice-campeão, quase buscou o título ano passado. Hoje é o que dá pra ver, muito preparo físico, você tem que estar bem fisicamente para jogar”.


No final da resenha Esquerda fala sobre a importância do futsal na sua vida. “Para mim foi tudo, Praticamente uma carreira inteira jogando futsal, vários amigos, vários clubes que eu passei, deixei muitos amigos, ganhamos alguns títulos, perdemos alguns, mas faz parte. O mais importante, o futsal ensinou muita coisa pra gente, muita alegria e muita amizade que deu pra gente”.

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