Foto Elismar Santos
Antes da segunda partida decisiva da Série Bronze entre Ubiratã e ADGG Goioerê, um dos destaques e craque da equipe goioerense Giovani participa do nosso quadro Craque da Bola do Resenha CM e conta sobre sua trajetória vitoriosa no futsal, falando de conquistas, alegrias em mais uma resenha especial que nosso site traz para todos os amigos amantes do esporte.

E os primeiros dribles aconteceram ainda criança em Escolas de Jussara e também de Cianorte fazendo toda uma base na cidade. “Eu comecei no futebol, na verdade no futsal, com 5 anos, com o professor Vando”.Giovani teve boas passagens boas até o juventude Céu Norte, o Café Futsal até o Colégio Drummond disputando competições como Jogos Escolares.
Na oportunidade Giovanni fala sobre o apoio da família. “Quem sempre me incentivou foi minha família, nunca mediram esforços para eu poder jogar, sempre me apoiaram, desde criança. E agora que sou casado continuam me apoiando, principalmente a minha esposa. Que faz de tudo para eu poder desempenhar meu papel no futsal”.

Giovani fala das dificuldades e sonho “Antigamente o investimento era mais no futebol de campo, futsal não tinha tantas competições como tem hoje, futsal esta evoluindo bastante com mais competições e oportunidades. O maior sonho sempre foi chegar em uma Seleção Brasileira, o caminho é longo mas sempre é bom sonhar alto”.
E os filhos são as inspirações. ‘São eles que me inspiram a ser melhor cada dia, procuro fazer de tudo para que minha família fique bem, tanto meus filhos, tanto minha esposa Giovana”. Ele cita o maior ídolo e o melhor treinador que já teve. “Meu maior ídolo no futsal, claro que é o Falcão. Porém eu me inspiro muito no Rodrigo (Capita), por jogar mesma posição que ele, então é um cara que eu me espelho muito”. Eu tive muitos treinadores bons, desde criança, poderia citar muito deles. Porém, o que mais me marcou e me ensinou sobre o futsal, foi o Claudinei Vargas (Cotô). Ele me ajudou muito em todos os pontos, e sou muito grato a tudo que me ensinou.

O craque da bola desta semana fala sobre a fase artilheira. “Nas divisões de base não tinha tanto fato de gols, isso começou no profissional, mudei minha forma de jogar também. Por ser fixo, acabava não atacando muito, mas como o futsal evoluiu, comecei a atacar mais, e com isso ter mais oportunidades! E graças a Deus estou podendo ajudar com alguns gols. A sensação de fazer um gol é praticamente inexplicável, só quem faz, quem está ali pra sentir mesmo. Uma emoção muito grande, uma felicidade, que a vontade é só de comemorar”.
E por falar em gol ele cita um em especial. “Foi na final da série bronze 2023 contra o Paraná clube. Recebi o passe, dominei girando com a bola no alto, e sem deixar cair finalizei. Para mim o gol mais bonito que eu fiz, foi contra o Umuarama, estava atuando no Cianorte. Fiz uma tabela na ala, dominei no peito e cavei na saída do goleiro”.
Ele citou os times que atuou. “Na base joguei no Café futsal, São Lucas Paranavai, Umuarama Futsal, colégio Drummond (Cianorte). No profissional: Cianorte Futsal, São Manoel do Pr, Terra Boa Futsal, Pouso Redondo SC, ADGG Goioerê”. Giovani conquistou os Jogos Abertos de 2024 e Série Bronze 2023.
Na oportunidade Giovani fala sobre o trabalho na ADGG “Está indo muito bem, no começo tivemos algumas dificuldades, mas com o passar do campeonato nosso time vem ganhando corpo, confiança, e estamos em uma crescente muito grande. O projeto da ADGG é muito sólido, mesmo tendo pouco tempo, a diretoria é muito organizada, sabem onde querem e chegar, e sabem que podem chegar, sempre com os pés no chão. Nunca deixaram faltar nada para nenhum de nós, sempre cumpriram com o que prometeram, então acredito que a tendência é melhorar cada vez mais, e fico feliz por fazer parte deste projeto tão grande”.

Giovani fala das maiores alegria e decepção no futsal. “Foi o título da série bronze 2023, conseguir um título neste nível de competição é muito gratificante. Maior decepção, foi ter sido eliminado na semifinal da Bronze de 2021. Sabíamos que poderia ter chegado na final, mas pecamos no jogo da volta e acabamos saindo derrotado”.
Durante a resenha Giovani cita os amigos que fez no futsal e os adversários mais difíceis de marcar. “Companheiros do futsal, futebol, tive muitos, poderia citar aqui vários nomes, mas eu vou citar os que eu mais converso, tenho contato até hoje, que seria aí o Costelinha, Thiago Bolinha, o Porquinho, o Jean Ribeiro, o Carlinho, o Carrapicho. Tem uma lista vasta aí, Luiz Fernando, que está no Praia Clube, o Leozinho que está no Esporte Futuro, o Niquinha. É até ruim citar nomes, que às vezes acaba esquecendo de alguém. Mas esses aí são as pessoas que eu mais converso, mais tenho conversado, para me ajudar tanto na vida fora da quadra, tanto na vida dentro de quadra. Então eu aprendi muito com esses caras e levo todos os conselhos até hoje comigo. Tive muitos atletas adversários muito bons, em específico no jogo contra o Corinthians lá em Terra Boa, que fizemos contra um time Corinthians muito bom, o Canabarro, o Deives, todo esse pessoal aí. Então, para mim foi um dos jogos mais difíceis que eu já joguei, porque o nível dos caras era outro. Mas eu já joguei também contra o Porquinho, contra o Carlinhos, o pessoal da região aqui que também era muito difícil para fazer a marcação deles e tudo mais. Tem o Ouchita também, que eu joguei contra, o Mura. São meninos muito bons, que deram bastante trabalho. O goleiro também, posso falar o Lucas, lá de Umuarama, que deu muito trabalho para nós, eu já joguei contra ele também”.
O futsal é uma vida, agradeço a Deus todos os dias por ter saúde e estar jogando, desde os cinco anos jogando, o jogo passa, mas o que fica são as amizades, as parcerias, isso é o mais importante. A modalidade me ensinou a respeitar o próximo, você depende dos outros e aprendemos muito coletivamente
Giovani escala os melhores que jogou com ele
Goleiro – Nikinha
Fixo – Luiz Fernando
Ala esquerda – Custelinha
Ala direita – Carrapicho
Pivo – Thiago Bolinha
Técnico – Claudinei Vargas (Cotô)












